O conjunto da Igreja e convento da Graça, localizado no Largo da Graça, em Lisboa. Está virada para um miradouro com vista sobre a cidade e o rio.
Remonta ao início da nacionalidade, tendo florescido no século XVI. Inicialmente convento foi fundado no monte de São Gens, no antigo local conhecido por Almofala - onde D. Afonso Henriques acampou com as suas tropas durante o cerco a Lisboa em 1147.
A torre sineira é obra de Manuel da Costa Negreiros e data de 1738. Com o terramoto de 1755, grande parte da igreja ruiu, sobretudo a fachada, as abóbadas da capela-mor e do cruzeiro. Na reconstrução, optou-se por um interior sóbrio, cujas capelas, de talha dourada, imprimem uma linguagem ainda rocaille de finais do século XVIII. O seu interior é marcado pela talha dourada, azulejos e pintura do tecto.
Classificado de Monumento Nacional.
Em 1271 inicia-se a construção do convento, com instalações para 50 monges dos eremitas calçados de Santo Agostinho, sendo as obras patrocinadas por D. Afonso III.
O convento tornou-se Cabeça da Ordem Provincial desde 1291 até à sua extinção em 1883.
Em 1305, por disposição de Frei Francisco do Monte Rubiano, em cumprimento de voto feito em Roma, o convento de Santo Agostinho de Lisboa é consagrado a Nossa Senhora da Graça.
Segundo a lenda, em 1362, a Imagem de Nossa Senhora da Graça apareceu em Cascais, na rede de pescadores que a teriam vindo entregar ao convento da Graça no dia seguinte.
Em 1375 é construida a muralha fernandina, que envolveu o convento, até Sul.
Segundo a lenda, a imagem de Nossa Senhora da Graça teria anunciado a vitória dos exércitos de D. João I na Batalha de Aljubarrota, sendo por isso feito voto de vir todos os anos, em procissão, à Igreja, costume apenas interrompido durante a união ibérica entre 1580 e 1640.
O conjunto da Igreja e convento da Graça, localizado no Largo da Graça, em Lisboa. Está virada para um miradouro com vista sobre a cidade e o rio.
Remonta ao início da nacionalidade, tendo florescido no século XVI. Inicialmente convento foi fundado no monte de São Gens, no antigo local conhecido por Almofala - onde D. Afonso Henriques acampou com as suas tropas durante o cerco a Lisboa em 1147.
A torre sineira é obra de Manuel da Costa Negreiros e data de 1738. Com o terramoto de 1755, grande parte da igreja ruiu, sobretudo a fachada, as abóbadas da capela-mor e do cruzeiro. Na reconstrução, optou-se por um interior sóbrio, cujas capelas, de talha dourada, imprimem uma linguagem ainda rocaille de finais do século XVIII. O seu interior é marcado pela talha dourada, azulejos e pintura do tecto.
Classificado de Monumento Nacional.
Em 1271 inicia-se a construção do convento, com instalações para 50 monges dos eremitas calçados de Santo Agostinho, sendo as obras patrocinadas por D. Afonso III.
O convento tornou-se Cabeça da Ordem Provincial desde 1291 até à sua extinção em 1883.
Em 1305, por disposição de Frei Francisco do Monte Rubiano, em cumprimento de voto feito em Roma, o convento de Santo Agostinho de Lisboa é consagrado a Nossa Senhora da Graça.
Segundo a lenda, em 1362, a Imagem de Nossa Senhora da Graça apareceu em Cascais, na rede de pescadores que a teriam vindo entregar ao convento da Graça no dia seguinte.
Em 1375 é construida a muralha fernandina, que envolveu o convento, até Sul.
Segundo a lenda, a imagem de Nossa Senhora da Graça teria anunciado a vitória dos exércitos de D. João I na Batalha de Aljubarrota, sendo por isso feito voto de vir todos os anos, em procissão, à Igreja, costume apenas interrompido durante a união ibérica entre 1580 e 1640.
